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A escrita no papel
Em 1799, foi descoberta uma pedra com letras muito estranhas, na cidade de Roseta, Egito. Era a escrita hieroglífica, usada no Egito durante 3 mil anos e que por muito tempo permaneceu como um mistério sem tradução. Graças à Pedra de Roseta, o francês Champollion conseguiu decifrar em 1822 a linguagem dos hieróglifos egípcios. Porque na pedra estava gravado o mesmo texto – uma lei – também em grego antigo. Com isso, Champollion pôde comparar as duas línguas e decifrar o mistério que intrigou tanta gente durante tanto tempo.
O papel foi inventado pelos chineses por volta do ano 100 d.C. Dali, espalhou-se pelo Oriente. Até o século 13, a Europa importava o papel que precisava para escrever. (Ele ainda não era usado para fins higiênicos).
De onde vem o papel? Da madeira! Mais precisamente, da fibra de celulose, material que constitui as plantas. A parte mais usada é a casca das árvores.
Talvez você já tenha ouvido falar do papiro, em algum filme de época ou na aula de História. Inventado no Egito Antigo, era um tipo de papel feito da planta Cyperus Papyrus, que cresce perto do rio Nilo.
Até o século 11, todo mundo só escrevia a mão. Como não existia caneta (não dava para comprar uma Bic ali na esquina), usava-se penas de animais molhadas em tintas vegetais.
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